Comemorou-se, no dia 23 de novembro, o Dia da Floresta Autóctone, efeméride que visa promover a plantação de árvores que fazem parte da flora mediterrânica.

Na Escola Adolfo Portela, procedeu-se ao içar da Bandeira Verde que a ESAP recebeu no Concurso Eco-Escolas 2018, pelas suas boas práticas ambientais. Esta cerimónia contou com a presença de alunos e professores dinamizadores do projeto Eco-Escolas, do diretor da ESAP e da vereadora da Educação da Câmara Municipal de Águeda, Elsa Corga.

Para assinalar o dia, um conjunto de alunos do projeto Eco-EScolas procedeu, ainda, à sementeira de algumas bolotas, em vasos, que, espera-se, venham a ser futuros carvalhos a serem plantados nas nossas florestas.

A Escola Secundária Adolfo Portela continua a oferecer, no presente ano letivo, a disciplina de Mandarim, como complemento curricular, diversificando a sua oferta educativa, numa parceria com a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Adolfo Portela (APEDESAP).

As aulas começaram no início de novembro e estão a ser asseguradas pela docente Han Ying, nascida na cidade chinesa de Tian Jin, nos arredores de Pequim.

Estão, neste momento, a funcionar duas turmas: uma de continuação, constituída por alunos que iniciaram os seus estudos na língua chinesa no ano letivo transato, com cerca de quinze alunos; outra, de iniciação, essencialmente para alunos do ensino básico, com cerca de vinte alunos. São cerca de trinta e cinco alunos que se iniciam ou dão continuidade a esta aventura na aprendizagem de uma nova língua que será, com certeza, uma mais-valia para o futuro destes alunos.

No dia 30 de outubro os voluntários dos projetos Águeda Volunteering Land e VolunteersPoint 2.0 vieram à Escola Adolfo Portela e partilharam, na primeira pessoa, a sua experiência numa atividade de disseminação de oportunidades na área da juventude.

As turmas do 11ºA e 11ºF tiveram, assim, a oportunidade de os questionar e trocar impressões numa experiência única e multilingue em que todos ganham algo.

 

O No âmbito da comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, a nossa biblioteca levou a cabo a atividade designada “outubro na biblioteca”, com os objetivos específicos de reforçar o gosto pelo espaço físico da mesma e sua ambiência e incentivar o gosto pela leitura e leitura autónoma. Tendo como destinatários todos os alunos do sétimo ano de escolaridade envolveu, também, as respetivas professoras de Português.

O ambiente proporcionado gerou entusiasmo e muito boa disposição … ah, e boa leitura e conhecimento, também. A professora bibliotecária, Helena Pires, na qualidade de autora, ofereceu um exemplar do seu último livro a todos os alunos, intitulado “atejaefiquembe@ - livro 2, com ilustrações de César Pereira, o qual criou expetativa e mereceu atenção por parte de todos os presentes. E foi mais encontro na nossa biblioteca. 

O célebre pensamento do filósofo francês Albert Camus “A juventude é, sobretudo, uma soma de possibilidades” foi o ponto de partida para um concurso de ideias, que levasse os jovens a pensar e problematizar a sociedade onde estão inseridos e dar-lhes voz ativa. Esse concurso teve como título “Resolve um problema, ajudar está cada vez mais na ponta dos teus dedos.”

Felizmente, e contra todas as ideias preconcebidas em relação à inércia e desconhecimento dos jovens em relação ao mundo que os rodeia, muitas foram as equipas que se debruçaram sobre esse tema e participaram. Estão todos de parabéns. Estas equipas serão devidamente e publicamente reconhecidas, no dia 3 de abril, Dia aberto da escola.

Clique em "Ler Mais" para ficar a saber todas as ideias...

No sentido de promover a consciência cívica e reforçar os laços socioafetivos, a nossa Escola levou a cabo, mais uma vez, o peditório para a AMI. Com enorme carinho e dedicação, os alunos Paulo Gonçalves, César Almeida e Pedro Correia mostraram como, de uma forma agradável, porém, consciente, se pode transformar a partilha financeira, também numa partilha de afetos. O Peditório integra o Plano de Atividades da nossa biblioteca.

 

Iniciou-se, no dia 12 de outubro, o curso avançado experimental de Regulação Celular, que decorre em parceria com Instituto de Educação e Cidadania da Mamarrosa e é dinamizado por diversos investigadores doutorados.

Este curso é frequentado por alunos dos 11º e 12º anos da área de ciências e tecnologias e visa incutir-lhes uma dinâmica de ensino experimental moderno, essencial no ensino, e prepara os alunos para terem sucesso no Ensino Superior, nas áreas que dependem de boa compreensão dos conceitos modernos da Biologia (Bioquímica, Biotecnologia, Medicina, Farmácia, Veterinária, entre outras).

Os alunos vão poder aprender mais sobre as atividades celulares e sua regulação por vários mecanismos celulares; sobre a célula e a regulação de transferência de substâncias através da membrana por intermédio de proteínas específicas localizadas na membrana, entre outros assuntos.

 

Mais uma vez, o Chá com Letras criou expetativas que mobilizaram. Como habitualmente, num encontro intergeracional e de descoberta, a leitura, a música, o canto, o carinho e a amizade saíram dignificadas.

E porque destes encontros se vai fazendo, também, a nossa existência, o próximo está agendado para o dia 23 de novembro, com início pelas 21h, na nossa biblioteca e enquadrará a 1ª fase do Concurso Intermunicipal de Leitura (CIL). Até lá.



 

 

No âmbito de uma atividade da nossa biblioteca e subjacente à evocação do centenário do Combate das Barreiras que acontecerá em 27 de janeiro de 2019, nós, alunos do 7º E, juntamente com a nossa professora de História e professora bibliotecária Helena Pires, fomos visitar o memorial evocativo do acontecimento acima referido que opôs monárquicos e republicanos localizado mesmo ao lado da nossa Escola, junto ao Centro de Saúde, com o objetivo de aprofundarmos conhecimentos acerca desse contexto da história nacional e de Águeda. Essa saída surgiu, também, na sequência de já termos produzido um poema coletivo, alusivo ao assunto e que virá a integrar um postal, ilustrado pelos alunos de artes do Agrupamento de Escolas de Águeda Sul, com sede na Escola Marques Castilho. Este é um trabalho colaborativo entre as bibliotecas das duas Escolas e a Anata (Associação dos Naturais e Amigos de Águeda).

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